Lembro-me, como se fosse hoje, do primeiro contato com essa turma. Era uma sexta feira, último horário, prédio 2, em meio ao caos provocado pelas obras no Campus da Liberdade. Por falar em liberdade, essa foi uma das marcas da relação que construímos. Liberdade que lembra amizade. Amizade que foi crescendo aula após aula, dia após dia. Amizade que lembra cumplicidade. Cumplicidade que transcende ao binômio professor-aluno.
Da filosofia geral à filosofia jurídica, aprendemos juntos uma filosofia de vida. Vida que deve ser vivida intensamente nesse mundo bom e mau. Vida que só faz sentido ser vivida se for significativa. Vida que é simplesmente Vida. Do chamado a vencer a sexta feira aos dois horários seguidos da quarta feira, vivemos... vivemos momentos lindos. Eu disse várias vezes e faço questão de repetir: “Foi um prazer enorme conviver com todos vocês”.
Recordo-me também do nosso último contato em sala de aula. Infelizmente, nem todos estavam presentes. Jamais me esquecerei da volta para casa... coração apertado e pergunta insistente: “Por que nos apegamos tanto a pessoas que passam?”. Talvez porque, em se apegando, elas não passem... ela fiquem.
Esse ano passou. A partir do ano que vem, vocês seguirão o caminho do Direito, enquanto eu seguirei o caminho da Teologia. O que me alegra o coração é saber que num mesmo lugar esses caminhos se encontrarão. Se encontrarão na praça de alimentação, nos corredores, nos elevadores, na biblioteca, nos eventos comuns... quem sabe se encontrarão em outros lugares?
Certamente, vocês deixaram muitas impressões. Embora palavras não sejam capazes de contê-las, mesmo assim, tentarei expressá-las...
Alex, de personalidade forte e inteligente...
Arnaldo, cordial e corajoso...
Camila, questionadora e sempre atenta...
Caroline, bela e compassiva...
Charlene, recatada e graciosa...
Danielle, ansiosa e disciplinada...
Darcilene, tímida e meiga...
Dayanne, alegre e discreta...
Eide, reservada e simpática...
Elaine, dedicada e amorosa...
Estefânia, livre e guerreira...
Hister, gente finíssima e transparente...
Jaiane, metódica e alternativa...
Juliana, divertida e sem juízo...
Luizamara, trabalhadora e curiosa...
Márcia, acanhada e gentil...
Marco Antônio, atleticano e capaz...
Marisa, autêntica e articulada...
Nayani, amiga e fiel...
Romero, “suave” e prestativo...
Sandra, perseverante e auxiliadora...
Tatiana, resolvida e generosa...
Tatiane, frágil e bondosa...
Thaís, dona do nome mais lindo do mundo e delicada...
Thiago, do Galo e da paz...
Victor Hugo, amigo e cordial...
Vocês são únicos... não são perfeitos... e ninguém o é. É exatamente por causa da nossa imperfeição que Jesus veio ao mundo e deu a sua vida. “(...) Deus demonstra o seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores.” (Romanos 5:8). Nunca se esqueçam: a nossa vida só terá sentido quando for vivida em Jesus e para Jesus. Pensem sobre isso e respondam para si mesmos: em quem e para quem eu tenho vivido?
Que Deus abençoe a vida de cada um de vocês!
Vocês farão muita, muita, muita falta...
Aquele abraço,
Luiz Felipe Xavier.
Da filosofia geral à filosofia jurídica, aprendemos juntos uma filosofia de vida. Vida que deve ser vivida intensamente nesse mundo bom e mau. Vida que só faz sentido ser vivida se for significativa. Vida que é simplesmente Vida. Do chamado a vencer a sexta feira aos dois horários seguidos da quarta feira, vivemos... vivemos momentos lindos. Eu disse várias vezes e faço questão de repetir: “Foi um prazer enorme conviver com todos vocês”.
Recordo-me também do nosso último contato em sala de aula. Infelizmente, nem todos estavam presentes. Jamais me esquecerei da volta para casa... coração apertado e pergunta insistente: “Por que nos apegamos tanto a pessoas que passam?”. Talvez porque, em se apegando, elas não passem... ela fiquem.
Esse ano passou. A partir do ano que vem, vocês seguirão o caminho do Direito, enquanto eu seguirei o caminho da Teologia. O que me alegra o coração é saber que num mesmo lugar esses caminhos se encontrarão. Se encontrarão na praça de alimentação, nos corredores, nos elevadores, na biblioteca, nos eventos comuns... quem sabe se encontrarão em outros lugares?
Certamente, vocês deixaram muitas impressões. Embora palavras não sejam capazes de contê-las, mesmo assim, tentarei expressá-las...
Alex, de personalidade forte e inteligente...
Arnaldo, cordial e corajoso...
Camila, questionadora e sempre atenta...
Caroline, bela e compassiva...
Charlene, recatada e graciosa...
Danielle, ansiosa e disciplinada...
Darcilene, tímida e meiga...
Dayanne, alegre e discreta...
Eide, reservada e simpática...
Elaine, dedicada e amorosa...
Estefânia, livre e guerreira...
Hister, gente finíssima e transparente...
Jaiane, metódica e alternativa...
Juliana, divertida e sem juízo...
Luizamara, trabalhadora e curiosa...
Márcia, acanhada e gentil...
Marco Antônio, atleticano e capaz...
Marisa, autêntica e articulada...
Nayani, amiga e fiel...
Romero, “suave” e prestativo...
Sandra, perseverante e auxiliadora...
Tatiana, resolvida e generosa...
Tatiane, frágil e bondosa...
Thaís, dona do nome mais lindo do mundo e delicada...
Thiago, do Galo e da paz...
Victor Hugo, amigo e cordial...
Vocês são únicos... não são perfeitos... e ninguém o é. É exatamente por causa da nossa imperfeição que Jesus veio ao mundo e deu a sua vida. “(...) Deus demonstra o seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores.” (Romanos 5:8). Nunca se esqueçam: a nossa vida só terá sentido quando for vivida em Jesus e para Jesus. Pensem sobre isso e respondam para si mesmos: em quem e para quem eu tenho vivido?
Que Deus abençoe a vida de cada um de vocês!
Vocês farão muita, muita, muita falta...
Aquele abraço,
Luiz Felipe Xavier.

