domingo, 18 de outubro de 2015

Qualquer semelhança não é mera coincidência

Qualquer semelhança não é mera coincidência

Números 21:4-9

18 de outubro de 2015

Luiz Felipe Xavier

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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Vida de paradoxos...

Hoje é 12 de outubro, Dia das Crianças...

Cheio de saúde, acordei com a notícia que havia perdido uma preciosa amiga-irmã, depois de uma luta inglória contra um câncer perverso... Michelle, você fará muita falta por aqui...

Saí de casa para visitar pessoas que lutam por casa, mesmo que seja uma de madeirite, coberta com telhas de amianto...

Não fui sozinho, fui com adolescentes e jovens que têm quase tudo, mas que se dispuseram a brincar com crianças que não têm quase nada... Que orgulho dessa moçada!!!

Fui ao barraco da D. Neide, uma ex-tudo que virou missionária e mora na Ocupação Rosa Leão... A teologia dela me fez questionar se eu posso mesmo abrir a minha boca para falar de Deus... Sua paz, sua "prova", sua alegria, seu sofrimento, sua experiência e sua dependência me levaram às lágrimas... Chorei... E mesmo usando óculos escuro ela viu...

Entrei no carro e voltei para casa, e toda aquela gente continuou ali... Por dentro, só Deus sabe o que se passava e o que se passa no meu coração...

Daqui a pouco, irei a um casamento... Celebrarei, em comunidade, a união de duas pessoas que se amam...

Depois, voltarei para casa e a vida seguirá o seu caminho...

Mas que vida é esta, meu Deus? Vida que gente chora e vida que gente ri... Vida que alguns poucos têm quase tudo e vida que outros muitos não têm quase nada... Vida que gente que doa pouco recebe muito e vida que gente que recebe pouco doa muito... Que vida é essa?

É vida de paradoxos!

Ah! Como eu anseio pela eternidade! Como eu anseio pelo dia que nenhuma lágrima será mais derramada! Como eu anseio pelo novo céu e pela nova terra, onde habitará a justiça!

Neste Dia das Crianças, que Deus me ajude a confiar nele, como uma criança confia em seu pai! Que Deus me ajude a dar razão a ele, amando ao próximo como a mim mesmo! Que Deus me ajude a lutar pela justiça nesta vida de paradoxos!

Amém!

Luiz Felipe Xavier

domingo, 27 de setembro de 2015

Princípios para reagir à crise

Princípios para reagir à crise

Levítico 25:1-4; 8-10, 25, 35, 39.

27 de setembro de 2015

Luiz Felipe Xavier

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domingo, 23 de agosto de 2015

Orientações para o culto a Deus

Orientações para o culto a Deus

Êxodo 40:34-38

23 de agosto de 2015

Luiz Felipe Xavier

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sexta-feira, 31 de julho de 2015

Havia uma árvore no meio do jardim...

Gênesis 1 descreve-nos a criação de Deus. Deus cria tudo que existe, ordena tudo que cria e estabelece um responsável por tudo que ordena. Gênesis 2 descreve-nos o que poderíamos chamar de pilares de uma vida equilibrada. Esses são a espiritualidade, a família e o trabalho. Gênesis 3 descreve-nos a queda da humanidade. A partir desta descrição, fica revelado que o pecado do ser humano é a origem de todo o mal que existe no mundo. Logo, a descrição que Gênesis 3 faz da queda, suscita-nos, pelo menos, três importantes perguntas.
A primeira pergunta é: O que foi a queda? “Quando a mulher viu que a árvore parecia agradável ao paladar, era atraente aos olhos e, além disso, desejável para dela se obter discernimento, tomou do seu fruto, comeu-o e o deu a seu marido, que comeu também.” (v. 6). A árvore do conhecimento do bem e do mal é um teste de obediência. Isso porque Deus tinha dado uma ordem clara ao homem: “Coma livremente de qualquer árvore do jardim, mas não coma da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em dela comer, certamente você morrerá.” (Gn. 2:16-17). Assim, não comer é obedecer e comer é desobedecer. Tanto a mulher quanto o homem desobedecem a Deus, comendo do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Podemos dizer que a dinâmica da tentação do primeiro casal é um protótipo da dinâmica da tentação de todos nós. Hoffmann afirma que “a satânica argumentação desperta a curiosidade e semeia a dúvida. Esta dúvida coloca em jogo a absoluta confiabilidade da Palavra de Deus, em favor dos sentimentos e desejos do coração humano.”.
Vale ressaltar que antes de comerem do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, Adão e Eva já conheciam o bem e o mal. Ou seja, eles conheciam o que Deus determinara como bem e como mal. Assim sendo, ao comer desse fruto, o casal quer ser como Deus. Isto é, ele quer assumir para si a prerrogativa de determinar o que é o bem e o que é o mal. Então, o pecado entra na história humana porque o ser humano que ser autônomo em relação a Deus. Em outras palavras, o pecado é dizer a Deus: Eu determino o que é o bem e o mal para minha vida, não você.
A segunda pergunta é: Quais foram as consequências da queda? As consequências da queda são descritas em termos de rupturas. Ruptura do relacionamento com Deus: “Ouvindo o homem e a mulher os passos do Senhor Deus que andava pelo jardim quando soprava a brisa do dia, esconderam-se da presença do Senhor Deus entre as árvores do jardim.” (v. 8). Ruptura do relacionamento consigo mesmo: “E ele [o homem] respondeu: “Ouvi teus passos no jardim e fiquei com medo, porque estava nu; por isso me escondi”.” (v. 10). Ruptura do relacionamento com o próximo: “Disse o homem: “Foi a mulher que me deste por companheira que me deu do fruto da árvore, e eu comi”.” (v. 12); “Respondeu a mulher: “A serpente me enganou, e eu comi”.” (v. 13). E ruptura do relacionamento com a criação. “Os olhos dos dois se abriram, e perceberam que estavam nus; então juntaram folhas de figueira para cobrir-se.” (v. 7).
A terceira pergunta é: Como a graça de Deus manifesta-se depois queda? “Mas Deus chamou o homem, perguntando: “Onde está você?”.” (v. 9). Deus, por sua graça, vem em direção ao casal desobediente. Deus chama o homem, porque está cheio de graça. O homem esconde-se de Deus, porque está cheio de medo. Mas Deus trata o pecado com seriedade. Isso significa que todo pecado tem consequências terríveis. Por causa da desobediência, a serpente, a mulher, a terra e o homem sofrerão. Deus expulsa o casal do jardim e restringe o seu acesso à árvore da vida. Por fim, Deus apresenta ao casal o caminho de volta a ele. Inicialmente, ele apresenta um caminho provisório. “O Senhor Deus fez roupas de pele e com elas vestiu Adão e sua mulher.” (v. 21). Aqui, um princípio pedagógico está estabelecido: O ser humano só pode voltar a Deus coberto pelo sangue de uma vítima inocente. Posteriormente, Deus promete um caminho definitivo. À serpente, ele diz: “Porei inimizade entre você e a mulher, entre a sua descendência e o descendente dela; este lhe ferirá a cabeça, e você lhe ferirá o calcanhar.” (v. 15). Pronto! Está feita a promessa acerca de Jesus. Jesus será a vítima inocente que derramará o seu sangue e abrirá à humanidade pecadora o caminho definitivo de volta a Deus. Todos aqueles que trilham este caminho de reconciliação transformam-se e agentes de reconciliação. Que assim seja conosco!

Luiz Felipe Xavier.

domingo, 19 de julho de 2015

Conhecendo o nosso Deus

Conhecendo o nosso Deus

Êxodo 6:1-8

19 de julho de 2015

Luiz Felipe Xavier

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domingo, 28 de junho de 2015

Integridade

Integridade

Gênesis 37 a 50

28 de junho de 2015

Luiz Felipe Xavier

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