Nossa identidade no Reino de Deus
Mateus 20
15 de setembro de 2013
Luiz Felipe Xavier
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domingo, 15 de setembro de 2013
Nossa identidade no Reino de Deus
domingo, 18 de agosto de 2013
Espiritualidade equilibrada
Espiritualidade equilibrada
Mateus 17:1-23
18 de agosto de 2013
Luiz Felipe Xavier
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Mateus 17:1-23
18 de agosto de 2013
Luiz Felipe Xavier
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sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Acolhendo o Reino no coração
No capítulo 13 de Mateus, Jesus conta 7 parábolas.
Parábola é uma estória contada, com elementos da
vida cotidiana, para ilustrar um princípio espiritual. Logo, para
interpretarmos uma parábola, precisamos buscar seu princípio espiritual geral,
sem dar atenção aos detalhes particulares.
As 7 parábolas de Mateus 13 são
sobre o Reino de Deus. Reino de Deus é o governo ou reinado de Deus. Esse
governo ou reinado de Deus já começou, mas ainda não é pleno. Ele começou com o
ministério de Jesus na terra. Assim, Jesus é o Rei do Reino e tudo o que ele
faz sinaliza a presença do Reino. Na era presente, esse Reino é espiritual,
apenas sobre a vida daqueles que submetem-se a ele. Ele está presente quando a
realidade está sujeita à vontade de Deus.
O Reino de Deus pode ser
notado por algumas marcas como, por exemplo, perdão, justiça, paz, alegria,
saúde, liberdade, conhecimento, provisão, segurança, vida e etc.. O
arrependimento dos pecados e a fé na pessoa e obra de Jesus são a porta de
entrada no Reino de Deus. Esse Reino transforma vidas e realidades, e tem a
Igreja como agência e vitrine. No futuro, ele será físico, sobre toda a
criação.
Por que
Jesus usou parábolas para contar sobre o Reino de Deus? Porque as parábolas
revelam aos súditos do Reino os mistérios desse Reino. Biblicamente, mistérios
são realidades que estavam ocultas, desde os tempos eternos, e que, agora,
estão reveladas. Desvendemos, juntos, o primeiro dos 7 mistérios do Reino de
Deus, descritos em Mateus 13.
O primeiro mistério é que o Reino
de Deus deve ser acolhido. Esse é o mistério revelado pela parábola dos quatro
tipos de solo (Mt. 13:1-9, 16-23). Jesus diz que o semeador
saiu a semear. Parte da semente caiu à
beira do caminho. Porém, as aves vieram e a comeram. Esse primeiro tipo de
solo ilustra alguém que ouve a mensagem do Reino e não a entende. Assim sendo,
o Maligno vem e arranca o que foi semeado em seu coração. Parte da semente caiu em terreno pedregoso, onde não
havia muita terra, e logo brotou, porque a terra não era profunda. Todavia,
quando saiu o sol, as plantas se queimaram e secaram, porque não tinham raiz.
Esse segundo tipo de solo ilustra aquele que ouve a palavra e logo a recebe com
alegria. Contudo, visto que não tem raiz em si mesmo, permanece por pouco
tempo. Quando surge alguma tribulação ou perseguição por causa da palavra, logo
a abandona. Parte da semente caiu no meio
dos espinhos, que cresceram e sufocaram as plantas. Esse terceiro tipo de
solo ilustra aquele que ouve a palavra, entretanto, a preocupação desta vida e
o engano das riquezas a sufocam, tornando-a infrutífera. Por fim, parte da
semente caiu em boa terra, e deu boa
colheita, a cem, sessenta e trinta por um. Esse quarto e último tipo de solo
ilustra aquele que ouve a palavra e a entende, e dá uma colheita de cem,
sessenta e trinta por um.
Qual é o princípio espiritual que essa
parábola nos ensina? Ensina-nos que o
Reino de Deus está entre nós e precisa ser acolhido no coração. Ou seja, diante
da mensagem do Reino de Deus, podemos ter duas posturas: de acolhimento ou de rejeição.
Então, a grande pergunta que precisamos
responder é a seguinte: Como podemos acolher a mensagem do Reino de Deus? A
resposta a essa pergunta tem uma dimensão negativa e outra positiva. Negativamente,
não tendo um coração duro, suscetível ao assalto do Maligno. Precisamos pedir a
Deus que are a terra do nosso coração para receber a boa semente da sua
Palavra. Não tendo também um coração raso, que abandona a mensagem quando vem a
tribulação ou a perseguição. Precisamos saber que a submissão a Jesus não é
garantia de vida tranquila sobre a terra, pois tribulação e perseguição podem
vir sobre todos nós. Não tendo ainda um coração tomado pela preocupação da vida
e pelo engano das riquezas. Precisamos resistir tanto à ansiedade quanto à
ganância, pois elas têm o poder de sufocar a Palavra em nossos corações.
Positivamente, podemos acolher a mensagem do
Reino de Deus tendo um coração preparado. Um coração preparado é um coração que
aprende a mensagem para praticá-la. Esse um coração que dá fruto. Fruto da
mensagem é prática da mensagem. Para que o nosso coração seja frutífero,
precisamos negar a nós mesmos, dar razão a Jesus e agir segundo a sua palavra.
Nesse processo, o Reino cresce em nós, para dentro de nós, porque
submetemo-nos, totalmente, ao Rei Jesus.
Que acolhamos o Reino de Deus no coração!
Luiz Felipe Xavier.
Esse texto foi publicado no informativo da Igreja Batista da Redenção.
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Belíssima Bariloche...
Para mim e, especialmente, para a
Thaís, 2013 está sendo um ano maravilhoso, mas muito cansativo. Logo, esperávamos
muito por estas férias. Finalmente, elas chegaram! Como precisávamos de
descanso, decidimos viajar para Bariloche e Buenos Aires, nesta ordem.
Bariloche, na Patagônia
Argentina, é uma cidade bela, ou melhor, belíssima. À frente, lago; atrás, montanhas.
Belíssima Bariloche... Partindo do chamado Centro Cívico, uma avenida de 25 Km.
corta a cidade, até chegar ao famoso Hotel Llao Llao. Se mudarmos a perspectiva,
à esquerda, montanhas; à direita, lago. Belíssima Bariloche... Ficamos hospedados
no Rochester Hotel, no Km. 7. Excelente hotel! Recomendamos a todos,
especialmente aqueles que desejam descansar.
Nos cinco dias ali, visitamos o
Centro Cívico (cortado pela Mitre, uma rua onde encontram-se várias cafeterias
e chocolaterias), o Cerro Otto (uma montanha onde, no cume, há uma tradicional confeitaria
giratória e uma pequena estação de esqui), o Museu do Chocolate (da conhecida
Havana), o Cerro Catedral (uma serra coberta de neve, onde situa-se a maior estação
de esqui da Argentina e a segunda maior da América Latina), o Cerro Campanario
(a mais discreta das principais montanhas e de onde tem-se a mais bela vista de
Bariloche), o Hotel Llao Llao (o mais bonito que já entrei) e a Catedral (numa
praça, no centro cívico, de frente para o lago). Certamente, quando voltarmos à
Bariloche, ainda teremos muitos lugares a visitar.
Desses dias, faço um destaque
duplo. Primeiro, me alegrei, vendo a alegria da Thaís em esquiar. Há muito ela
queria fazer isso, novamente. Thaís parecia criança quando ganha brinquedo
novo. Como eu sou medroso, não esquiei. Enquanto ela descia e subia, eu fotografava
e lia. Segundo, me alegrei, convivendo com o casal Antônio e Manuela. Que casal
precioso! Nós os conhecemos na chegada, ainda no aeroporto. Eles nos convidaram
para um jantar num restaurante maravilhoso, chamado Alto el Fuego. Em torno da
mesa, saboreamos uma deliciosa carne e batemos um agradável papo.
Por fim, em Bariloche tive um
tempo de reflexão. Dentre outras coisas, refleti muito sobre a realização
pessoal no trabalho... refleti sobre a necessidade do descanso... e refleti
sobre o desejo pela vida simples... No trabalho nos doamos às pessoas e à
criação de Deus... no descanso nos refazemos para o trabalho... e na vida
simples nos realizamos, integralmente. Que Deus me ajude a trabalhar, a
descansar e a viver uma vida simples!
Das 352 fotos que tirei, 52 estão
no meu Facebook.
Luiz Felipe Xavier.
Obs.: Foi em Bariloche que vi o Galo indo para a final da Libertadores 2013. Que venha o título!
domingo, 30 de junho de 2013
Os mistérios do Reino de Deus
Os mistérios do Reino de Deus
Mateus 13
30 de junho de 2013
Luiz Felipe Xavier
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Mateus 13
30 de junho de 2013
Luiz Felipe Xavier
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quinta-feira, 20 de junho de 2013
#Fuiprarua
Estou saindo de casa... Estou indo pra rua...
Se você me perguntar o que me leva pra rua, ainda não sei te responder, com precisão...
Sei por quem vou inspirado...
Vou inspirado por Jesus, que viveu na rua, promovendo a justiça do Reino de Deus...
Vou inspirado pelo meu avô, que foi a pessoa mais simples e profunda que já conheci; que viveu a vida sonhando e lutando pela justiça para todos...
Vou inspirado pelo meu pai, que é a pessoa mais indignada com a injustiça que eu conheço; embora, pelo menos por enquanto, tenha perdido a utopia...
Vou inspirado pela Babi, minha adolescente-jovem da Redê, que chegou à rua antes de mim...
Por fim, vou inspirado pela Kelly, minha aluna que não conseguiu conter as lágrimas enquanto orava, no último dia de aula deste semestre, pedindo a Deus que estabelecesse a justiça dele no nosso país...
É inspirado por esses que eu vou...
Dois homens, duas mulheres e o Deus-homem...
Vou cheio de esperança...
Esperança de deixar para os filhos e os netos, que ainda não tenho, um Brasil mais justo...
Eu vou pra rua...
Vou porque quero justiça; vou porque quero educação pública de qualidade para todos; vou porque quero saúde pública de qualidade para todos; vou porque quero segurança pública de qualidade para todos; vou porque quero transporte público de qualidade para todos; vou porque quero reformas estruturais no meu país (reforma tributária, jurídica, política, partidária, eleitoral, previdenciária, entre outras); resumindo, vou porque quero qualidade de vida para todos os brasileiros...
Vou também porque sou contra o aumento das passagens, contra a PEC 37, contra os gastos exorbitantes e desnecessários com estádios e demais infra-estruturas para a Copa do Mundo da FIFA 2014, e, especialmente, contra a corrupção sistêmica que nos assalta...
Eu vou...
Vou porque quero fazer parte desse "movimento de borda"...
Se tudo isso vai surtir algum efeito, eu não sei...
Todavia, se surtir, quero ter o privilégio de dizer aos meus filhos: "Papai foi pra rua e contribuiu com isso."...
Sonhador? Talvez...
Eu não sei...
Deus o sabe...
É a esse Deus que clamo, dizendo: "Tem misericórdia da nossa nação! Ajude os nossos governantes a promover o bem e punir o mal! Estabeleça entre nós a justiça, a paz e a alegria do seu Reino!"...
Que ele ouça o meu clamor e me responda, afirmando: "Que seja como você está pedindo, meu filho."...
Eu vou pra rua...
Você vem comigo???
Luiz Felipe Xavier.
Luiz Felipe Xavier.
terça-feira, 4 de junho de 2013
Olhar retrospectivo para a Consulta Nacional 2013 da FTL-B
No último feriado de Corpus Christi, a família FTL-B reuniu-se em Salvador, Bahia, para
a Consulta Nacional 2013. O propósito dessa reunião foi a reflexão sobre a
seguinte temática: “Identidade, diálogo e missão: nos vértices do tempo e na
dobradura dos acontecimentos”. Neste texto, apresento um pouco da reflexão ali
desenvolvida, bem como as minhas considerações sobre a mesma. Isso faço, não
sem antes destacar dois interessantes detalhes. Primeiro, com exceção da palavra
de abertura e dos devocionais, toda reflexão aconteceu em torno da mesa,
seguida de perguntas e respostas. Tal dinâmica, horizontalizada, deu voz a
todos os presentes. Segundo, cerca de 80% dos mais de 100 participantes eram
jovens e acadêmicos de Teologia. Dentre outras coisas, isso pode ter indicado o
cansaço da primeira geração da FTL-B e o interesse de uma nova geração pela
Teologia da Missão Integral.
Para mim, o ponto alto da Consulta Nacional
2013 foi a presença e a reflexão pastoral do peruano Pedro Arana, um dos
fundadores da FTL. Em sua palavra de abertura, ele desafiou-nos à missão, em
meio à tensão. Essa tensão dá-se entre a providência divina, o fato de que o
Senhor reina, e o caos humano, o fato de que o pecado está presente no mundo.
Logo, essa missão só será efetiva quando a Teologia apresentar as respostas da
fé às perguntas da sociedade. Dentre as perguntas da sociedade atual, duas se
destacam: como viver num mundo marcado pelo liberalismo econômico, onde o ser
humano é transformado em um mero produto ou em um mero consumidor? Como viver
num mundo marcado pela amoralidade, onde cada pessoa estabelece seus próprios
critérios de bem e mal, de certo e errado? Respondendo à primeira pergunta,
Arana diz que a maior preocupação de Deus sempre foi o ser humano. Assim, a
missão da Igreja deve ser humanista e humanizadora. Em resposta à segunda
pergunta, ele afirma que a missão da Igreja deve ser coerente com a ética da Igreja.
Assim sendo, a missão da Igreja deve refletir a ética que encontra-se na
Bíblia, de modo geral, e no Evangelho de Jesus, de modo específico. Arana diz também
que a missão precisa ser ecumênica. Para tal, precisamos dialogar, não
negociar. Dialogar em busca da unidade do Espírito, expressa no vínculo da paz.
Ele concluiu sua palavra de abertura reafirmando a missão: missão consiste em
dar testemunho do Reino de Deus, no mundo de Deus, com palavras e ações.
Nos dois devocionais que dirigiu, Arana
trouxe-nos ainda palavras inspiradoras. Destaco a primeira, baseada em Mateus
28:16-20, na qual ele apresenta-nos 4 características da Igreja de Jesus: Igreja
comunidade da esperança, porque vai para a Galiléia e espera pela ação de Deus;
Igreja comunidade da obediência, porque vai para o lugar que Jesus havia
indicado; Igreja comunidade da adoração, porque, quando viram Jesus, alguns
adoraram; e Igreja comunidade da imperfeição, porque, quando viram Jesus,
outros duvidaram. Num bate papo com Arana, na fila do almoço, sugeri uma quinta
característica, que foi acolhida por ele: Igreja comunidade da missão, porque,
no texto, o que segue é o “indo, façam discípulos de todas as nações,
batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-os a obedecer
a tudo que eu [Jesus] disse”.
As reflexões em torno da mesa também foram
ricas. Na primeira mesa, refletimos sobre “memórias e experiências da missão”.
Dessa mesa, onde cada participante conta sua história e sua prática da Missão
Integral, chamou à atenção o fato de que todos os quatro tiveram envolvimento
com o movimento estudantil. Na segunda mesa, refletimos sobre “Teologia, arte e
literatura”. Dessa mesa, dois destaques: o fato de que os seres humanos são à
imagem e semelhança de Deus quando criam, e o fato de que a Teologia precisa
resgatar a imaginação, vista, até hoje, como “a louca da casa”. Na terceira
mesa, refletimos sobre “Teologia, espiritualidade e sexualidade”. Dessa mesa
ressalto dois aspectos, um positivo e um negativo. O positivo é o fato de que a
sexualidade faz parte da conjuntura humana e, como parte dessa conjuntura, pode
ser fonte de prazer ou de sofrimento. Muito interessante, tal percepção! O
aspecto negativo é percebido através de algumas afirmações, tais como: “viver a
sexualidade de forma não controlada”, “a esfera da sexualidade é autônoma” e “amor,
responsabilidade e ternura são os pré-requisitos para o desfrutar da
sexualidade”. Penso que essas afirmações precisam ser checadas à luz da revelação
de Deus, tal como a encontramos nas Escrituras. Revelação que afirma a criação
de homem e de mulher, que afirma a união – compromisso com intenção de
permanência – entre um homem e uma mulher, e que afirma o tornar-se uma só
carne – processo que inicia-se com o ato sexual, mas que o transcende – entre
um homem e uma mulher. Revelação que afirma que o sexo é bom – aliás, é muito
bom, é excelente – e que deve ser desfrutado no casamento, entre um homem e uma
mulher. Revelação que afirma a corrupção da sexualidade, chamando-a de
“imoralidade sexual” e ordenando-nos a fugir dela. Revelação que afirma, como lembrou-nos
um dos participantes, citando Dallas Willard: “Tudo o que fazemos para Deus, o
fazemos no corpo (...) e também todo pecado acontece no corpo.”. Revelação que
afirma a graça absolutamente acolhedora, mas também absolutamente
transformadora. Em síntese, revelação que afirma a bondade da criação, a
desgraça da queda, a graça da redenção e a esperança da consumação do Reino de
Deus, que já está entre nós. Na quarta mesa, refletimos sobre “Teologia, espaço
público e política”. Dessa mesa, pontuo uma significativa questão acerca da
qual precisamos pensar: “como é ser uma igreja privada no espaço público?”. Ou seja,
“qual é o lugar das ‘doutrinas abrangentes’ na sociedade?”.
Das cinco mesas, destaco a última. Nessa mesa
refletimos sobre “Identidades e desafios da missão”. Durante essa reflexão, deparamo-nos
como uma triste realidade, da qual já desconfiávamos: os evangélicos nunca
abraçaram e nunca abraçarão a Teologia da Missão Integral. Isso porque a
maioria dos evangélicos não vê no Evangelho uma oportunidade de serviço, mas de
sucesso. Isso porque a maioria dos evangélicos é fundamentalista. Isso porque
as meta-teorias (pressupostos) da maioria dos evangélicos afasta-os da Missão
Integral. Por exemplo: a meta-teoria do dualismo espiritualista e a meta-teoria
do racionalismo cartesiano iluminista, que conduz ao biblicismo (idolatria da
Bíblia). Deparamo-nos também com um interessante desafio de ler a Bíblia e de ler
a vida. De dar passos adiante. De ir além das questões iniciais da Missão
Integral e refletir sobre “teologia feminista”, “homoafetividade”, “teologia
negra”, “diálogo inter-religioso” entre outras temáticas. Desde que a nossa reflexão
seja bíblico-histórico-teológica, considero não só necessária, mas urgente tal
reflexão.
E o que não foi bom? Não foi bom o tempo que
dedicamos à oração. Oramos muito pouco e deveríamos ter orado mais. Também não
foi bom o fato de ouvirmos, calados, muitas críticas, ácidas, à Igreja de
Jesus. Críticas vindas, na grande maioria das vezes, de pessoas que não estão
vivendo a vida da Igreja, de pessoas que estão apenas refletindo,
teologicamente, no ambiente da academia. Que Deus tenha misericórdia de nós e
nos perdoe! Ainda não foi bom o silêncio em relação ao CLADE V. A única aparição
desse importante congresso foi na distribuição da revista Práxis Evangélica, da Faculdade Teológica Sul-Americana, fato que
não pode passar batido.
Por fim, conhecer Salvador foi uma experiência
maravilhosa. Circular o Farol da Barra, caminhar pelas ruas do Pelourinho,
descer e subir pelo Elevador Lacerda, apreciar o artesanato do Mercado Modelo,
visitar a Igreja do Senhor do Bonfim, passar em frente à velha-nova Fonte Nova
e contemplar a praia de Itapuã foi excelente. Gostei muito de Salvador. Gostei
ainda mais de Lauro de Freitas, cidade visinha onde fiquei hospedado, na casa
de um amigo. Vilas do Atlântico é um bairro maravilhoso, com uma praia paradisíaca.
Vale a pena conhecer!
É isso! Que Deus abençoe a FTL continental e
nacional! Que Deus abençoe a nova diretoria, eleita durante a Consulta Nacional
2013! Que Deus abençoe a sua Igreja no Brasil, na América Latina e no mundo!
Luiz Felipe Xavier.
Obs.: Embora eu seja
secretário da FTL-B, essas considerações acima são minhas e não expressam a
posição da instituição.
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