domingo, 27 de dezembro de 2015

Considerando a Deus no ano novo

Considerando a Deus no ano novo

Deuteronômio 31:19-22; 32:1-14

27 de dezembro de 2015

Luiz Felipe Xavier

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domingo, 6 de dezembro de 2015

Decisões para uma vida abençoada

Decisões para uma vida abençoada

Deuteronômio 31:1-18

06 de dezembro de 2015

Luiz Felipe Xavier

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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Princípios para viver num mundo em crise econômico-social

O livro de Levítico, “Chamou o Senhor”, pode ser dividido em dois grandes blocos. No primeiro, “Chamou o Senhor” à comunhão com ele (1-17). Esse bloco trata das leis sobre as ofertas (1-7), das leis sobre o sacerdócio (8-10), das leis sobre a pureza (11-15) e das leis sobre a expiação (16-17). No segundo bloco, “Chamou o Senhor” a uma vida santa (18-27). Esse trata das leis pessoais (18-20); das leis sacerdotais (21-22); das leis festivais (23-24); e das leis econômico-sociais (25-27). Logo, Levítico 25, texto sobre o ano sabático e o ano do jubileu, está inserido no contexto das leis econômico-sociais.  À luz desse texto, fica evidente que Deus chama o seu povo a uma vida santa e, para tal, estabelece leis econômico-sociais que devem ser obedecidas. Dessas leis pode-se extrair 3 importantes princípios.
O primeiro princípio é o da mordomia da criação (1-7). “Diga o seguinte aos israelitas: Quando vocês entrarem na terra que lhes dou, a própria terra guardará um sábado para o SENHOR.” (v. 2). Neste contexto, o sábado é um ano de descanso para a terra (Cf. v. 4,5,6). Assim como Deus trabalhou seis dias e descansou no sétimo, o ser humano deve trabalhar seis dias e descansar no sétimo, e a terra deve trabalhar seis anos e descansar no sétimo. No ano sabático, não se semeia e não se colhe. Durante este sétimo ano, o povo é sustentado pelo produto espontâneo da terra (Cf. v. 6,7) e pelo que resta da produção do sexto ano (Cf. v. 20-22). Do princípio da mordomia da criação é possível aprender sobre a confiabilidade do Provedor, a contenção da ganância e o contentamento do sustentado.
O segundo princípio e o da equidade entre todos (8-24). “Contem sete semanas de anos, sete vezes sete anos; essas sete semanas de anos totalizam quarenta e nove anos. Então façam soar a trombeta no décimo dia do sétimo mês; no Dia da Expiação façam soar a trombeta por toda a terra de vocês. Consagrem o quinquagésimo ano e proclamem libertação por toda a terra a todos os seus moradores. Este lhes será um ano de jubileu, quando cada um de vocês voltará para a propriedade da sua família e para o seu próprio clã.” (v. 8-10). Neste contexto, o jubileu é um ano de libertação. As dívidas são canceladas, as terras são redistribuídas, os escravos são libertados e a unidade familiar é restabelecida. Vale ressaltar que o ano do jubileu é também um ano sabático. A diferença é que no ano do jubileu cada um tem o direito de voltar à sua propriedade. Nele acontece “reforma agrária”. É interessante perceber que há uma relação direta entre o Dia da Expiação e a libertação econômica. Isso significa que quando o pecado, que gera a injustiça social, é perdoado, a consequência é justiça social.
O ano do jubileu é necessário porque nos anos que o antecedem há concentração de terra. Mas a terra não pode ser concentrada por três razões. A primeira é porque a ela pertence a Deus. “A terra não poderá ser vendida definitivamente, porque ela é minha (...).” (v. 23a). Se ela pertence a Deus, ela não pertence a ninguém do povo. A segunda razão é porque o povo é apenas estrangeiro e imigrante na terra. “(...) e vocês são apenas estrangeiros e imigrantes.” (v. 23b). Se o povo é estrangeiro e imigrante, a terra é apenas meio de produção para seu sustento. A terceira razão é porque a terra é concentrada através da exploração do próximo. “Se vocês venderem alguma propriedade ao seu próximo ou se comprarem alguma propriedade dele, não explorem o seu irmão. (...) Não explorem um ao outro, mas temam o Deus de vocês. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês.” (v. 14,17). Do princípio da equidade entre todos é possível aprender sobre a condenação da exploração, a contradição da acumulação e a concretização da justiça.
O terceiro princípio e o da solidariedade aos pobres (25-55). Neste bloco final de Levítico 25, por três vezes aparece a expressão: “Se algum do seu povo empobrecer (...)”. A primeira vez que aparece é: “Se alguém do seu povo empobrecer e vender parte da sua propriedade (...).” (v. 25). O que deve acontecer? O parente mais próximo resgata a propriedade. Se isso não for possível, a própria pessoa trabalha e resgata sua propriedade. Se isso não for possível, no ano do jubileu ela resgata a sua propriedade. É digno de nota que, no texto, ainda há leis específicas sobre a venda de casas: nas cidades muradas, nos povoados e nas cidades dos levitas. Em todas essas leis, o direito de resgate da propriedade é garantido. A segunda vez que aparece a expressão “Se algum do povo empobrecer (...)” é: “Se alguém do seu povo empobrecer e não puder sustentar-se (...)”. (v. 35). O que deve acontecer? O povo deve ajudar, como se faz ao estrangeiro e ao residente temporário. Nesta ajuda, não se pode cobrar juro. Nesta ajuda, não se pode emprestar mantimento visando lucro. Aqui se encontra um detalhe importante: toda esta solidariedade é por temor ao Senhor e para a garantia da vida do empobrecido na terra. A terceira vez que aparece a expressão “Se algum do povo empobrecer (...)” é: “Se alguém do seu povo empobrecer e vender a algum de vocês (...)”. (v. 39). O que deve acontecer? Considerem-no como um trabalhador contratado ou como um residente temporário, não como um escravo. Deem-lhe condições de trabalhar e libertem-no no ano do jubileu. Aqui se encontra mais um detalhe importante: o tratamento digno, não impiedoso, é por temor ao Senhor. Por fim, do princípio da solidariedade aos pobres, é possível aprender sobre a cooperação familiar, a colaboração desinteressada e as condições trabalhistas.
Que neste mundo marcado por crise econômico social, todos nós possamos considerar os princípios da mordomia da criação, da equidade entre todos e da solidariedade aos pobres!

Luiz Felipe Xavier.

domingo, 18 de outubro de 2015

Qualquer semelhança não é mera coincidência

Qualquer semelhança não é mera coincidência

Números 21:4-9

18 de outubro de 2015

Luiz Felipe Xavier

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segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Vida de paradoxos...

Hoje é 12 de outubro, Dia das Crianças...

Cheio de saúde, acordei com a notícia que havia perdido uma preciosa amiga-irmã, depois de uma luta inglória contra um câncer perverso... Michelle, você fará muita falta por aqui...

Saí de casa para visitar pessoas que lutam por casa, mesmo que seja uma de madeirite, coberta com telhas de amianto...

Não fui sozinho, fui com adolescentes e jovens que têm quase tudo, mas que se dispuseram a brincar com crianças que não têm quase nada... Que orgulho dessa moçada!!!

Fui ao barraco da D. Neide, uma ex-tudo que virou missionária e mora na Ocupação Rosa Leão... A teologia dela me fez questionar se eu posso mesmo abrir a minha boca para falar de Deus... Sua paz, sua "prova", sua alegria, seu sofrimento, sua experiência e sua dependência me levaram às lágrimas... Chorei... E mesmo usando óculos escuro ela viu...

Entrei no carro e voltei para casa, e toda aquela gente continuou ali... Por dentro, só Deus sabe o que se passava e o que se passa no meu coração...

Daqui a pouco, irei a um casamento... Celebrarei, em comunidade, a união de duas pessoas que se amam...

Depois, voltarei para casa e a vida seguirá o seu caminho...

Mas que vida é esta, meu Deus? Vida que gente chora e vida que gente ri... Vida que alguns poucos têm quase tudo e vida que outros muitos não têm quase nada... Vida que gente que doa pouco recebe muito e vida que gente que recebe pouco doa muito... Que vida é essa?

É vida de paradoxos!

Ah! Como eu anseio pela eternidade! Como eu anseio pelo dia que nenhuma lágrima será mais derramada! Como eu anseio pelo novo céu e pela nova terra, onde habitará a justiça!

Neste Dia das Crianças, que Deus me ajude a confiar nele, como uma criança confia em seu pai! Que Deus me ajude a dar razão a ele, amando ao próximo como a mim mesmo! Que Deus me ajude a lutar pela justiça nesta vida de paradoxos!

Amém!

Luiz Felipe Xavier

domingo, 27 de setembro de 2015

Princípios para reagir à crise

Princípios para reagir à crise

Levítico 25:1-4; 8-10, 25, 35, 39.

27 de setembro de 2015

Luiz Felipe Xavier

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domingo, 23 de agosto de 2015

Orientações para o culto a Deus

Orientações para o culto a Deus

Êxodo 40:34-38

23 de agosto de 2015

Luiz Felipe Xavier

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